Novos ingressos para o UFC RIO


Para os brasileiros amantes de lutas e artes marciais este ano será especial: o UFC vem para o Brasil. O UFC Rio será realizado no dia 27 de agosto e já tinha todos os seus ingressos vendidos desde junho, mas essa semana “apareceram” mais ingressos para o evento. A venda dos ingressos adicionais foi possível graças a ajustes na estrutura do evento, feitos pela equipe de operações do UFC, que criou mais lugares para atender a imensa demanda dos fãs brasileiros. Ao invés de seis telões, que foram anteriormente anunciados, serão utilizados quatro telões de alta definição, configuração similar aos eventos do UFC realizados nos Estados Unidos. Confira os setores e preços para o UFC Rio:

Octógono Premier - R$ 1.600,00 (inteira) / R$ 800,00 (meia)
Cadeira Premier - R$ 1.600,00 (inteira) / R$ 800,00 (meia)
Cadeira Especial - R$ 1.000,00 (inteira) / R$ 500,00 (meia)
Arquibancada Central - R$ 450,00 (inteira) / R$ 225,00 (meia)
Arquibancada - R$ 275,00 (inteira) / R$ 137,50 (meia)
Portadores de Necessidades Especiais - R$ 137,50
Portadores de Necessidades Especiais Premier - R$ 800

Algumas considerações importantes é que haverá limite de 4 (quatro) ingressos por CPF no ato da compra, com limitação de 1 (um) ingresso de meia-entrada. O comprovante que dá direito à meia-entrada deve ser apresentado na retirada do ingresso e na entrada do evento. Terão direito à meia-entrada todos os brasileiros estudantes (ensino fundamental, médio e superior da rede pública e particular), idosos com idade igual ou superior a 60 anos, professores da Rede Pública Estadual e Municipal, aposentados, menores de 21 anos e portadores de necessidades especiais se assim comprovarem sua situação. No caso se estrangeiros, somente terão direito ao benefício da meia-entrada se estiverem matriculados em alguma instituição de ensino do Brasil. Não haverá a cobrança da taxa de conveniência. Os clientes poderão retirar seus ingressos na bilheteria da Arena da Barra a partir de 1º de agosto, de segunda-feira a sábado, das 10h às 18h, até o dia 27 de agosto, duas horas antes do evento, no portão principal da arena, na Avenida Embaixador Abelardo Bueno, 3401.

O OBJETO INICIAL DE ESTUDO DA PSICOLOGIA


Passemos agora do nosso exame dos desenvolvimentos científicos pré-psicológicos a um estudo dos primórdios da Psicologia. Os problemas pré-psicológicos que discutimos foram todos adotados como problemas experimentais mas a estrutura sistemática imposta à psicologia por Wilhelm Wundt, na Universidade de Leipzig, na Alemanha, não foi exatamente o que poderia se esperar. Parece natural que a psicologia seja experimental, fisiológica e interessada em problemas de sensação e percepção. Como nasceu da filosofia, também seria de esperar que se interessasse em problemas epistemológicos. Na realidade, a fisiologia desempenhou um papel direto muito pequeno. Embora Wundt chamasse à sua psicologia uma psicologia fisiológica experimental, não havia quase experimentação fisiológica de espécie alguma; R. L Watson (1963, pág. 249; 1971, págs. 275-276) assinala que os ritmos de pulso e respiração eram monitorados nos estudos de sentimento. A minimização da fisiologia é duplamente surpreendente porque Wundt era ele próprio um fisiologista. Contudo, a psicologia necessitava, primordialmente, do nome de fisiologia. Esta possuía o prestígio que a jovem ciência da psicologia precisava granjear. Assim, a fisiologia era freqüentemente invocada para ilustrar a respeitabilidade científica da psicologia, em geral, e das teorias específicas, em particular. A Física e a Matemática tiveram funções semelhantes e houve controvérsias veementes sobre se a alegada dependência da Psicologia em relação às disciplinas mais antigas é bom ou mau. No caso da fisiologia, pelo menos, grandes progressos foram feitos. Hoje, os psicólogos são muito mais propensos a praticar a fisiologia e muito menos inclinados a invocá-la, simplesmente. É interessante que, apesar de sua formação, Wundt recusou-se a vincular a sua recém-nascida ciência à fisiologia há cem anos. Wundt pôde justificar-se por não fazer experimentação fisiológica, em virtude da sua posição filosófica no problema mente-corpo. Ele acreditava que a mente e o corpo seguiam rumos paralelos mas que era impossível afirmar que os eventos corporais causavam os eventos mentais; simplesmente, os acontecimentos externos davam origem a certos processos corporais e, ao mesmo tempo, a processos mentais paralelos (ver o Quadro 2-3 ). Ele pensou que a tarefa primordial da psicologia era descobrir os elementos dos processos conscientes, a maneira como interligavam e as leis que determinavam essa conexão. Dado que a mente e o corpo seguiam rumos paralelos, a maneira mais simples de realizar essa tarefa, segundo Wundt, era proceder a um estudo direto dos eventos mentais, através do método de introspecção. Mais tarde, a psicologia poderia encarar a questão de quais.ieram os processos corporais que acompanhavam determinados processos mentais mas esse problema era secundário. Skinner, entre outros, insistiu em que o estudo direto do comportamento tem mais probabilidades de ser proveitoso do que a tentativa de relacioná-Io com os processos fisiológicos. Assim, Wundt incorporou à psicologia uma espécie de problema de dualismo. Também incorporou uma forte convicção na necessidade de empregar o método experimental. As suas pesquisas baseavam-se na introspecção de laboratório, não na introspecção de gabinete. Ele pretendia excluir da psicologia a especulação metafísica. Procurava constantemente modos experimentais para abordar os processos mentais. O experimentalismo de Wundt implicava que ele tinha aceitado as idéias necessárias que se desenvolveram no seio da ciência e que tinham de ser aceitas antes de uma ciência da psicologia poder se converter numa realidade: a necessidade de explicação interna, a confiança na observação e a colocação do homem no domínio do cientificamente cognoscível. A sua busca de elementos da consciência também mostrou a sua tentativa de simplificação, ou o seu reducionismo, se preferirem. O laboratório de Leipzig, oficialmente fundado em 1879, também se encarregou de muitos problemas específicos que estavam aguardando uma psicologia. O problema do tempo de reação já foi mencionado. Os problemas da sensação e percepção foram herdados de Helmholtz, Fechner e outros. Pouco havia em Leipzig que levasse a pensar nos precursores da psicologia no outro lado do Canal. Somente graças a um impetuoso e atrevido estudante americano, James McKeen CatteIl, o laboratório de Leipzig se ocupou alguma coisa do problema das diferenças individuais a que se dedicara Galton. Com exatidão profética, Wundt classificou o interesse de Cattell como ganz amerikaniscb (tipicamente americano). De fato, seriam as forças armadas, escolas e. indústrias dos Estados Unidos que acabariam dando a maior ênfase aos testes de indivíduos para sua colocação mais eficiente. Seria interessante descrever mais detalhadamente os começos da psicologia do que permite este breve relance mas o nosso propósito atual é, simplesmente, situar o campo da psicologia numa certa perspectiva, em relação com a sua história e com o seu papel na ciência moderna. Portanto, passaremos agora a examinar o objeto de estudo da psicologia, tal como se apresenta de um ponto de vista moderno. Isto nos dará uma base para comparar o que sabemos ser o objeto de estudo do nosso campo com os pontos de vista mais limitados sobre o mesmo a que usualmente aderem os membros das várias escolas mais antigas de psicologia. Também veremos mais adiante como o aparecimento de cada nova escola tende a ampliar as concepções anteriores sobre o objeto de estudo da psicologia.

Conceito de Autoridade


O conceito de autoridade está relacionado com o conceito de hierarquia e corresponde ao poder de comandar os outros e levá-los a agir da forma desejada e constitui a base para a responsabilidade. É portanto uma relação de poder que se estabelece de superior para subordinado.
Autoridade Funcional
Um conceito relacionado é o de autoridade funcional, o qual corresponde ao poder de comandar, coordenar e controlar os subordinados que desenvolvam tarefas específicas dentro de uma determinada área funcional. É, desta forma, uma das bases de funcionamento de qualquer organização, seja ela empresarial, associativa, religiosa, política, militar, ou outra.
Tipos de Autoridade
É possível definir dois tipos diferentes de autoridade, nomeadamente:
1. Autoridade Jurídica, imposta por obrigação aos subordinados e que pode ser dividida em autoridade formal (formalizada através da estrutura organizacional) e a autoridade operativa (definida pelos procedimentos internos da organização);
2. Autoridade Moral, surgida naturalmente da superioridade de conhecimentos ou know how de determinado indivíduo, a qual pode ser dividida em autoridade técnica e em autoridade pessoal.

Conheça todos os presidentes do Brasil


Recentemente morreu o ex-presidente Itamar Franco, vítima de leucemia. Você conhece todos os presidentes do nosso país? Não? Então conheça quem foram todos os presidentes do Brasil: Nº - Presidente - Início do mandato - Fim do mandato - Partido - Vice-presidente(s)
1 - Marechal Deodoro da Fonseca - 15/11/1889 - 23/11/1891 - militar - Floriano Peixoto
2 - Floriano Peixoto - 23/11/1891 - 15/11/1894 - militar - nenhum
3 - Prudente de Morais - 15/11/1894 - 15/11/1898 - Partido Republicano Federal - Manuel Vitorino
4 - Campos Sales - 15/11/1898 - 15/11/1902 - Partido Republicano Paulista - Rosa e Silva
5 - Rodrigues Alves - 15/11/1902 - 15/11/1906 - Partido Republicano Paulista - Silviano Brandão e Afonso Pena
6 - Afonso Pena - 15/11/1906 - 14/06/1909 - Partido Republicano Mineiro - Nilo Peçanha
7 - Nilo Peçanha - 14/06/1909 - 15/11/1910 - Partido Republicano Fluminense - nenhum
8 - Hermes da Fonseca - 15/11/1910 - 15/11/1914 - Partido Republicano Conservador - Venceslau Brás
9 - Venceslau Brás - 15/11/1914 - 15/11/1918 - Partido Republicano Mineiro - Urbano Santos Rodrigues Alves — Partido Republicano Paulista - Delfim Moreira
10 - Delfim Moreira - 15/11/1918 - 28/07/1919 - Partido Republicano Mineiro - nenhum
11 - Epitácio Pessoa - 28/07/1919 - 15/11/1922 - Partido Republicano Mineiro - Delfim Moreira e Bueno de Paiva
12 - Artur Bernardes - 15/11/1922 - 15/11/1926 - Partido Republicano Mineiro - Estácio Coimbra
13 - Washington Luís - 15/11/1926 - 24/10/1930 - Partido Republicano Paulista - Melo Viana Júlio Prestes - Partido Republicano Paulista - Vital Soares Augusto Fragoso, Isaías de Noronha e Mena Barreto - 24/10/1930 - 03/11/1930 - militares - nenhum
14 - Getúlio Vargas - 03/11/1930 - 29/10/1945 - Aliança Liberal - nenhum
15 - José Linhares - 29/10/1945 - 31/01/1946 - nenhum - nenhum
16 - Eurico Gaspar Dutra - 31/01/1946 - 31/01/1951 - PSD - Nereu Ramos
17 - Getúlio Vargas - - 31/01/1951 - 24/08/1954 - PTB - Café Filho
18 - Café Filho - 24/08/1954 - 8/11/1955 - PSP - nenhum
19 - Carlos Luz - 08/11/1955 - 11/11/1955 - PSD - nenhum
20 - Nereu Ramos - 11/11/1955 - 31/01/1956 - PSD - nenhum
21 - Juscelino Kubitschek - 31/01/1956 - 31/01/1961 - PSD - João Goulart
22 - Jânio Quadros - 31/01/1961 - 25/08/1961 - PTN - João Goulart
23 - Ranieri Mazzilli - 25/08/1961 - 07/07/1961 - PSD - nenhum
24 - João Goulart - 07/07/1961 - 01/04/1964 - PTB - nenhum
25 - Ranieri Mazzilli - 02/04/1964 - 15/04/1964 - PSD - nenhum
26 - Castelo Branco - 15/04/1964 - 15/03/1967 - ARENA (militar) - José Maria Alckmin
27 - Costa e Silva - 15/03/1967 - 31/08/1969 - ARENA (militar) - Pedro Aleixo Junta Governativa Provisória de 1969 - 31/08/1969 - 30/10/1969 - militar - nenhum
28 - Emilio Medici - 30/10/1969 - 15/03/1974 - ARENA (militar) - Augusto Rademaker
29 - Ernesto Geisel - 15/03/1974 - 15/03/1979 - ARENA (militar) - Adalberto dos Santos
30 - João Figueiredo - 15/03/1979 - 15/03/1985 - PDS (militar) - Aureliano Chaves Tancredo Neves - PMDB - José Sarney 31 - José Sarney - 15/03/1985 - 15/03/1990 - PMDB - nenhum 32 - Fernando Collor - 15/03/1990 - 29/12/1992 - PRN - Itamar Franco 33 - Itamar Franco - 29/12/1992 - 01/01/1995 - PMDB - nenhum 34 - Fernando Henrique Cardoso - 01/01/1995 - 01/01/2003 - PSDB - Marco Maciel 35 - Luís Inácio Lula da Silva - 01/01/2003 - 01/01/2011 - PT - José Alencar 36 - Dilma Rousseff -
01/01/2011 - 01/01/2015 - PT - Michel Temer